Para o Projeto Interdisciplinar, na disciplina
de Ensino Religioso, trabalhamos com a biografia de alguns Mártires da Terra,
pessoas que lutaram pelo bem e pelo amor ao próximo:

Padre Vieira: nasceu em 1608, em Lisboa, e foi um grande pregador que veio ao Brasil e que defendia os índios, os novos cristãos e os judeus. Por conta de sua vontade de defender os que precisavam, foi preso por dois anos. Morreu em 1697, no Colégio da Bahia.

Padre Josimo: nascido em Marabá, no Pará, em 1953,
de uma família humilde, padre Josimo sofria diversos preconceitos, mas nem por
isso deixou de lutar em favor dos direitos dos trabalhadores. Ele denunciava os
grileiros da terra, a opressão dos latifundiários contra os lavradores e
defendia os direitos do povo e, exatamente por isso, foi assassinado com dois
tiros nas costas em 10 de maio de 1986.


Irmã Dorothy Stang: nasceu nos Estados Unidos em 1931,
mas foi naturalizada brasileira. Seu trabalho aqui era a catequese e a formação
de Comunidades Cristã. Além disso, ela buscava a geração de emprego e renda e
o reflorestamento de áreas degradadas no Pará. Também lutava a favor dos
trabalhadores do campo contra a grilagem (ato de apossar-se de terras com
títulos falsos) e a devastação da floresta. Infelizmente, as pessoas que fazem
o bem podem provocar ódio em quem quer o mal. Irmã Dorothy foi
assassinada com seis tiros no dia 12 de fevereiro de 2005.

Padre
Ezequiel Ramin: nasceu
em 09 de fevereiro de 1953, na Itália, e veio ao Brasil em 01 de setembro de
1983. Ele estava ao lado de índios e trabalhadores rurais sem terra. O padre
lutava pelos pobres, pela terra e pela dignidade da vida. Certo dia, Ezequiel
saiu de casa para tentar impedir que os colonos ameaçados de despejo partissem
para um conflito e, na volta, seu carro foi atingido por balas. Era dia 24 de
julho de 1985, o padre tinha 33 anos e morreu lutando pelo bem.
É
muito injusto ver pessoas que lutam pelo bem serem assassinadas, simplesmente
mortas. Só porque alguém que não quer a bondade e a paz entre todos não aceita
que existam pessoas que se importem com as outras. Mas, devemos ter esperança,
por mais que isso possa não estar tão claro entre a sociedade, todos nós temos
amor no coração para podermos fazer o bem, basta acreditar e colocar em
prática!
Beatriz
Fernandes Vidotti - Turma
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